Segredo de Bailarina
(Musica de Caio Sóh, Gugu Peixoto, Fred Somer)
Baila a minha vida de repente
Se o mundo mente
Sou teu palco
Ajoelha a velha dor
Na bela curva
Do que não foi
Tantas frases que o corpo fale
Faz do desejo
Lançar-se ao mar
Passos tão doces
Bailam no tempo
Sou deles, presa, refém... detento
Amanheceu e estas do outro lado
No canto contrario
Do pranto que sou
Bailarina do meu desamor
Perca teus passos,
No avesso, do inverso, da minha dor
No avesso, do inverso, da minha dor
O show ta ensaiado
És boa leoa, devora a toa
Só pra dançar
Acha graça no quase perder alguém pra ganhar
Vou entrar no teu jogo
Voltar pra platéia
Se meus olhos pararam
Não sei me culpar
sexta-feira, 3 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
musica BEM GUARDADO
Pra depois
Esquecer, na frente te conhecer sem fim
Largar do ombro o erro que não cometemos
O tempo falou sobre o cedo
Deu o amor assim bem vestido e de troco o medo
Não sou a covardia apaixonada
Só não posso me disfarçar em ninguém
Sei a distancia que separa nossas frases
Se quebro o agora é pra juntar mais tarde
Guardo no hoje, de ti tudo que posso
Volto pra buscar nossa vida amanhã
Quem pode dizer que estou errada?
Se nem mesmo sei no que acreditar
Abro a mão, deixo cair o que pedi pra ter
Choro no instante, te solto no céu, sem nada prender
Te jogar pra longe, me enterrar no agora
O amor afundará aos poucos na paciência
E quando a paz deixar o barco navegar
Eu nado atrás do que guardei pra sonhar
Guardo no hoje, de ti tudo que posso
Volto pra buscar nossa vida amanhã
Esquecer, na frente te conhecer sem fim
Largar do ombro o erro que não cometemos
O tempo falou sobre o cedo
Deu o amor assim bem vestido e de troco o medo
Não sou a covardia apaixonada
Só não posso me disfarçar em ninguém
Sei a distancia que separa nossas frases
Se quebro o agora é pra juntar mais tarde
Guardo no hoje, de ti tudo que posso
Volto pra buscar nossa vida amanhã
Quem pode dizer que estou errada?
Se nem mesmo sei no que acreditar
Abro a mão, deixo cair o que pedi pra ter
Choro no instante, te solto no céu, sem nada prender
Te jogar pra longe, me enterrar no agora
O amor afundará aos poucos na paciência
E quando a paz deixar o barco navegar
Eu nado atrás do que guardei pra sonhar
Guardo no hoje, de ti tudo que posso
Volto pra buscar nossa vida amanhã
musica "Pra Amanhã"
Deixa que o tempo releve
Esse tal de pés no chão
Essa coisa que nos persegue
Deixe o mundo cair
De cara na nossa contra mão
Sem jeito deixara o sol luzir
Quanto tenho me jogado
Me emprestado e morrido em ti
Tempos difíceis pra nós dois
Beijos certos no lugar errado
Tantos jeito de acertar no alvo
E me encontro justamente onde não mirei
Guarde o que dói
Esconda aquele nosso tempo
Viveremos bastardos no depois
Vá ao nosso lugar
Não estarei lá
Fui e não te vi
Lugares que só existem a dois
Onde dorme agora
Tenho caído feio
Sozinho escrevo o que não vivi até o fim
Um dia nossas diferenças farão as pazes
E aquelas frase serão repetidas
Nos quatro cantos do que tentamos tanto
Seguiremos de mão dadas e atadas
Longos atalhos que levam a nós
Hoje até chorei, como chora qualquer um
Que mesmo são, vive sem o que sonhou
Esse tal de pés no chão
Essa coisa que nos persegue
Deixe o mundo cair
De cara na nossa contra mão
Sem jeito deixara o sol luzir
Quanto tenho me jogado
Me emprestado e morrido em ti
Tempos difíceis pra nós dois
Beijos certos no lugar errado
Tantos jeito de acertar no alvo
E me encontro justamente onde não mirei
Guarde o que dói
Esconda aquele nosso tempo
Viveremos bastardos no depois
Vá ao nosso lugar
Não estarei lá
Fui e não te vi
Lugares que só existem a dois
Onde dorme agora
Tenho caído feio
Sozinho escrevo o que não vivi até o fim
Um dia nossas diferenças farão as pazes
E aquelas frase serão repetidas
Nos quatro cantos do que tentamos tanto
Seguiremos de mão dadas e atadas
Longos atalhos que levam a nós
Hoje até chorei, como chora qualquer um
Que mesmo são, vive sem o que sonhou
musica MENINO TOCADOR
Tenho fé no violão
Dos pés a cabeça: homem canção
Poemando contra maré
Sem cigarro ou wisk pra viver
Só a ajuda dos piores e dos melhores amores misturados
Desajeitada mulher tentou me fazer feliz
Quem desmente minha trilha sonora
No blues dos passos tortos
No samba das pernas trançadas
Notas de mulher, bom som de dor
Swing desarmado me deixou passar
Pra cantar revolto meus traços
Sou menino tocador
E sempre no sozinho encosto
Protesto inquieto, palhaço também chora
Ando na corda MI sem mim
De RÉ vou pra LÁ até voltar a SI sem DÓ
De não chegar afinado ao SOL
Triste acorde... tanto FA
Dos pés a cabeça: homem canção
Poemando contra maré
Sem cigarro ou wisk pra viver
Só a ajuda dos piores e dos melhores amores misturados
Desajeitada mulher tentou me fazer feliz
Quem desmente minha trilha sonora
No blues dos passos tortos
No samba das pernas trançadas
Notas de mulher, bom som de dor
Swing desarmado me deixou passar
Pra cantar revolto meus traços
Sou menino tocador
E sempre no sozinho encosto
Protesto inquieto, palhaço também chora
Ando na corda MI sem mim
De RÉ vou pra LÁ até voltar a SI sem DÓ
De não chegar afinado ao SOL
Triste acorde... tanto FA
texto solto "DEUS É DEUS"
Desenhei Deus em um papel, após varias tentativas descobri que Deus era o papel... porem de tanto errar, aprendi a desenhar todo o resto. Me senti vivendo a cada rabisco, Porem, certo dia, encontrei um caderno no chão todo escrito por Deus...Que estavam já futuramente datilografadas nessa mesma folha branca: A VERDADE EM VERSICULOS. Apartir disso juntaram tijolos, educaram indios, queimaram doces mulheres, até comprovarem apenas HUMANAMENTE, que Deus está no acerto, ou seja, as falhas do homem estão na desatenção de Deus. Ah. foda-se os homens e os ratos, e a igreja dos dois.
Igreja conta que certos homens sabem desenhar Deus...e algumas vezes até cobram pelas linhas em nome do papel que só quis ser branco e perfeito como toda soma de cores.
Não sou ateu, pelo contrario, acredito tanto em Deus, que duvido dos homens que falam em nome dele da mesma forma que nunca deixaria uma formiga escrever minha biografia.
Bicho é bicho,Deus é Deus e ponto.
Igreja conta que certos homens sabem desenhar Deus...e algumas vezes até cobram pelas linhas em nome do papel que só quis ser branco e perfeito como toda soma de cores.
Não sou ateu, pelo contrario, acredito tanto em Deus, que duvido dos homens que falam em nome dele da mesma forma que nunca deixaria uma formiga escrever minha biografia.
Bicho é bicho,Deus é Deus e ponto.
domingo, 21 de junho de 2009
Armário
Tenho vestido mal a minha cara
Meu estado tem perdido as fronteiras
Em cada canto meu: desafinadas esquinas
Respiro os atos dolorido, grossos... perfeitos
Lua quadrada, amor revolto, destino redondo
Vai e vem da putaria do meu pesadelo mais bonito: arte sorrindo pra sombra da insônia
Abro minhas costas para as letras da vida escrever sobre a minha pele
Ando meio traumatizado de nós dois e principalmente do que tenho feito comigo.
Tenho sido a moldura do meu porta retrato.
Deixei as ondas quebrarem a vontade
Minha razão tem andado bem, porém meu peito não sobe faz tempo para respirar.
Qual rua tem parado para meu jeito atravessar?
Será que o mundo tem nuca pra eu beijar?
Esse tal de azul regrado sente arrepio?
Músculos magros de um poema invencível e perdedor.
Tesouro esquecido, mapa ilegível, riqueza dourada de solidão, pirata dos sonhos, bandeira sem mastro erguida nos braços do ideal falsificado do olhar alheio e alado no galope de um rabisco nada selvagem...
Um rascunho educado
Palavras criadas em cativeiro
Difícil é sobreviver prestando atenção sobre-o-viver.
Solidão é chique, ouro gasto consigo
Papel de parede instinto se deixando escutar secreto em caneta bic.
Dói ocupar o próprio espaço em branco.
Meu estado tem perdido as fronteiras
Em cada canto meu: desafinadas esquinas
Respiro os atos dolorido, grossos... perfeitos
Lua quadrada, amor revolto, destino redondo
Vai e vem da putaria do meu pesadelo mais bonito: arte sorrindo pra sombra da insônia
Abro minhas costas para as letras da vida escrever sobre a minha pele
Ando meio traumatizado de nós dois e principalmente do que tenho feito comigo.
Tenho sido a moldura do meu porta retrato.
Deixei as ondas quebrarem a vontade
Minha razão tem andado bem, porém meu peito não sobe faz tempo para respirar.
Qual rua tem parado para meu jeito atravessar?
Será que o mundo tem nuca pra eu beijar?
Esse tal de azul regrado sente arrepio?
Músculos magros de um poema invencível e perdedor.
Tesouro esquecido, mapa ilegível, riqueza dourada de solidão, pirata dos sonhos, bandeira sem mastro erguida nos braços do ideal falsificado do olhar alheio e alado no galope de um rabisco nada selvagem...
Um rascunho educado
Palavras criadas em cativeiro
Difícil é sobreviver prestando atenção sobre-o-viver.
Solidão é chique, ouro gasto consigo
Papel de parede instinto se deixando escutar secreto em caneta bic.
Dói ocupar o próprio espaço em branco.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
musica Branco Céu
Branco Céu
Ontem fui menino
Não tive escolha e cresci
Cada dia andei mais só
Deixei atar no peito os piores nós
Vi a onda quebrar a cara
Marcas do seu rosto na areia
Um velho cair duro,
Do alto de um esquecido muro
Dancei, olhos nos olhos
Levei pisadas no pé da alma
Com a calma embriagada
Andei, mundo, em uma triste calçada
Meu coração soube se divertir
E eu estava lá pra ver
A Arte nunca traiu meu passo
Um brinde ao porre que me fez entender
Mundo nenhum muda de cor
Sempre farei coisas estranhas
Voltarei tranqüilo pra casa
A musica é a minha única façanha
Do alto eu vi, o que vivi
Machucou gente vestida só de feliz
Acreditei no papo de vidro do espelho,
Aprendi a cortar meu próprio cabelo
E quando eu disse alto
Não quero mais ser assim, sem mim
Aprendi a dizer não,
Escondi até de Deus as mãos
Por herança ou castigo
Ele dividiu comigo seu abrigo
A arte como pão e vinho, caneta e papel
Pra rabiscar, me abriu inteiro um branco céu
Uma mulher pra ter as vezes
Algum motivo brega pra chorar,
Do doce dela fez meu vicio
Pra de saudade inventar precipícios
Meu coração soube se divertir
E eu estava lá pra ver
A Arte nunca traiu meu passo
Um brinde ao porre que me fez entender
Mundo nenhum muda de cor
Sempre farei coisas estranhas
Voltarei tranqüilo pra casa
A musica é a minha única façanha
Minha Arte não me fez rico
Nem saiu em capa de revista
Tem certa alergia a gente de isopor
Mas sabe pedir autografo pra dor
Ontem fui menino
Não tive escolha e cresci
Cada dia andei mais só
Deixei atar no peito os piores nós
Vi a onda quebrar a cara
Marcas do seu rosto na areia
Um velho cair duro,
Do alto de um esquecido muro
Dancei, olhos nos olhos
Levei pisadas no pé da alma
Com a calma embriagada
Andei, mundo, em uma triste calçada
Meu coração soube se divertir
E eu estava lá pra ver
A Arte nunca traiu meu passo
Um brinde ao porre que me fez entender
Mundo nenhum muda de cor
Sempre farei coisas estranhas
Voltarei tranqüilo pra casa
A musica é a minha única façanha
Do alto eu vi, o que vivi
Machucou gente vestida só de feliz
Acreditei no papo de vidro do espelho,
Aprendi a cortar meu próprio cabelo
E quando eu disse alto
Não quero mais ser assim, sem mim
Aprendi a dizer não,
Escondi até de Deus as mãos
Por herança ou castigo
Ele dividiu comigo seu abrigo
A arte como pão e vinho, caneta e papel
Pra rabiscar, me abriu inteiro um branco céu
Uma mulher pra ter as vezes
Algum motivo brega pra chorar,
Do doce dela fez meu vicio
Pra de saudade inventar precipícios
Meu coração soube se divertir
E eu estava lá pra ver
A Arte nunca traiu meu passo
Um brinde ao porre que me fez entender
Mundo nenhum muda de cor
Sempre farei coisas estranhas
Voltarei tranqüilo pra casa
A musica é a minha única façanha
Minha Arte não me fez rico
Nem saiu em capa de revista
Tem certa alergia a gente de isopor
Mas sabe pedir autografo pra dor
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